

A engenharia que assina a conclusão.
A engenharia que
assina
a conclusão.
Parecer técnico sobre o dano e a dinâmica do sinistro, feito por engenheiro automotivo. Começa leve, para calibrar o caso, e aprofunda até onde o caso exigir.
O que é
Duas profundidades do mesmo parecer, não dois produtos.
Quem assina é um engenheiro. A inteligência organiza e compara, mas a conclusão técnica sai com nome e responsabilidade de uma pessoa.
Quando pedir
Dúvida pontual pede pré-laudo.
Indício consistente pede laudo.
O pré-laudo é embasamento técnico de mesa, para quando a decisão precisa sair rápido. O laudo é a análise técnica completa do sinistro, para quando o indício é consistente, o valor é alto ou há risco de o caso ir a juízo.
Pré-laudo
Embasamento técnico de mesa. Peça quando houver dúvida pontual e a decisão precisar sair rápido.
Laudo
Análise técnica completa. Peça quando o indício for consistente, o valor for alto ou houver risco de juízo.
Evidência anexada
Cada conclusão aponta a foto, o documento ou a consulta que a sustenta.
Revisão e aprovação
Antes de sair, o laudo passa por um revisor e por um aprovador final.
O que ele resolve
Quando a decisão precisa de
assinatura técnica
A análise organiza o caso. O laudo assina a conclusão.
Pré-laudo e laudo
A mesma engenharia, em duas profundidades
Não são dois serviços concorrentes. O pré-laudo é a primeira camada do mesmo parecer, feita para triagem ou diagnóstico prévio, e não substitui o laudo técnico. Existe para você decidir, com base técnica, se o caso justifica ir até o fim.
O que ele responde
O caso merece aprofundamento?
O que aconteceu, tecnicamente, e por quê
De onde sai
Das informações e dos documentos que o cliente disponibiliza
Do mesmo material, mais coleta em campo quando o caso pede
O que você recebe
Avaliação técnica preliminar do dano e da dinâmica, para triagem ou diagnóstico prévio
Documento técnico formal, com metodologia, evidências e conclusão, assinado por profissional habilitado
Para que serve
Decidir o próximo passo sem gastar o que o caso não justifica
Sustentar a decisão diante do segurado, do regulador e do juízo
Quando basta
Casos de valor menor, ou triagem de um lote
Perda total, alto valor, forte contestação ou judicialização
O que você paga no pré-laudo não é perdido se decidir aprofundar. Ele é absorvido no parecer completo, porque é a mesma análise indo mais fundo.
Como funciona
Do material que existe ao documento que sustenta
O pré-laudo para na terceira etapa e devolve a leitura. O laudo segue até o fim e devolve o parecer.
01
Embasamento técnico
O engenheiro reúne o que já existe no processo e cruza com o que a análise técnica levantou: fotos, aviso, documentos, histórico do veículo.
02
Coleta em campo, se precisar
Quando o material disponível não fecha, a perícia física entra para buscar o que falta. Nem todo caso precisa, e a gente diz antes se o seu precisa.
03
Leitura da dinâmica
Compatibilidade de impacto, altura e sentido das marcas, sequência dos danos, separação do que é anterior ao evento.
04
Parecer assinado
Metodologia, evidências e conclusão, num documento que se sustenta sozinho fora da sua operação.
Quando cada um entra
Quem decide a profundidade é o caso
Não é uma escolha de perfil de cliente. Seguradora e proteção veicular pedem os dois, e pedem muito pré-laudo. O que muda a profundidade é o que está em jogo no caso específico.
Começa pelo pré-laudo
O caso ainda precisa de triagem, e você quer saber se vale aprofundar
O material disponível já permite uma leitura preliminar
Há um lote para varrer antes de escolher onde gastar perícia
O valor envolvido não justifica, sozinho, um parecer completo
O pré-laudo não substitui o laudo técnico. Ele diz, com base técnica, se vale ir até o fim.
Vai direto ao laudo
Perda total, alto valor de indenização ou reincidência
Negativa provável, com chance real de contestação
Caso judicializado, ou caminhando para isso
Já existe leitura de CDR ou perícia física esperando interpretação
Quando entra leitura de módulo, o caminho natural é o laudo: a leitura entrega dados, o laudo entrega decisão técnica.
O limite, declarado
O parecer descreve o que a engenharia consegue provar.
Nem tudo é provável.
O que o laudo não faz
Decidir a cobertura no lugar da seguradora
Afirmar intenção ou má-fé de quem quer que seja
Concluir além do que a evidência disponível sustenta
O que ele faz
Descrever a dinâmica compatível com as marcas do veículo
Separar o dano do evento do dano que já existia
Dizer, quando for o caso, que a evidência não permite concluir
Listar os documentos fornecidos para análise, para o parecer ser lido no contexto certo
Um parecer que conclui mais do que a evidência sustenta não protege ninguém: cai na primeira contestação técnica e leva a decisão junto.
Onde roda
Na plataforma Autoinsp, ou dentro do seu sistema
Você escolhe onde o parecer é solicitado e entregue. Nos dois caminhos a trilha fica registrada e auditável do mesmo jeito.
Pela plataforma
Seu time abre a demanda, acompanha a esteira e recebe o parecer no mesmo lugar.
Sem instalar nada no seu ambiente
Fila visível para o time todo
Histórico do caso no mesmo lugar
ou
Por integração
O pedido e a devolutiva entram por API no seu sistema de sinistros.
O analista não troca de tela
Nenhuma migração de sistema
A trilha volta gravada no seu registro


duas profundidades do mesmo parecer
Como se conecta ao ecossistema Autoinsp
O Pré-Laudo e Laudo herda tudo o que a análise técnica já levantou no caso, e chama a perícia física ou a leitura do módulo quando o material disponível não fecha. O parecer que sai daqui é o que sustenta o ressarcimento e a defesa jurídica depois.
Dados e segurança
Dado tratado conforme a LGPD, com finalidade definida por caso.
Acesso restrito por perfil, com registro de quem viu o quê.
Trilha de auditoria por sinistro, com a evidência que sustenta cada conclusão.
Decisão que se sustenta
com nome e responsabilidade técnica.
Serviços
autoinsp.com
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